sábado, 29 de janeiro de 2011

A Menina Que Não Sabia Ler - John Harding

MUUUUUUUUUUUUUUITO BOM!

"1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e decadente mansão, onde nada é o que parece, dois irmãos são negligenciados pelo seu tutor e tio. A Jovem Florence, de apenas 12 anos, passa os dias cuidando de seu irmão mais novo Giles e perambulando pelos corredores, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que, um dia, a menina encontra a biblioteca proibida da mansão, e apaixona-se por ela.
Mas existem segredos sombrios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Por que Florence sempre sonha com uma misteriosa mulher que insiste em ameaçar seu irmão? O que esconde a nova preceptora? E por que o tio não permite que ela aprenda a ler? Florence precisa encontrar muitas respostas - sejam elas inventadas ou não, e soluções nem sempre fáceis para proteger Giles, e o seu amor pelos livros, antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário"

Esse é um daqueles livros que é pra todos. Pra família, pros amigos, pros vizinhos, etc. Não tem nada de sem graça nesse nele. A Menina Que Não Sabia Ler não tem um final esperado e pode deixar alguns leitores desconfortáveis com o desfecho do trama, mas é um dos melhores que li em 2010! Me deixou de queixo caído, mesmo. Todos aqueles segredos que a história guarda me deixou simplesmente cada vez mais curiosa para saber o final... Quando PÁ! E eu fiquei revirando a última folha, porque eu não acreditava! Não podia acreditar no final! É simplesmente surpreendente! John Harding é simplesmente um escritor e tanto, bolou muito bem a história. Acho que nem Sherlock Holmes, aquela história cheia de suspense chegaria aos pés de A Menina Que Não Sabia ler. Porque, nossa... O livro é muito bom, vocês tem que ler!
Indico para todos!

Fallen - Lauren Kate

MUITO SHOW! *---*
Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori para Luce. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no reformatório. A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado: um incêndio misterioso – que provocou a morte de seu namorado – levou Luce até ali. Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder— uma verdade que poderia matá-la. Algo que, em suas vidas passadas, Daniel não conseguiu evitar.
Uma história muito diferente. Acontece em um cenário diferente, acontecem coisas diferentes... Situações diferentes, amizades diferentes, surpresas diferentes... Tudo nesse livro é diferente. Muitas, mas muitas surpresas que você vai descobrindo ao longo da leitura. Simplesmente adoro livro assim. Você acha que uma pessoa é normal, mas depois você descobre que não, é tudo parte do plano! Muito bom, mesmo.


"Ela levantou os olhos para Daniel. Suas cores pareciam brilhantes também. Sua pele era dourada e, sob a luz, os olhos eram quase como a chuva. Luce observou - sentindo um misto de cinfusão e vergonha, e uma tentação maior ainda - enquanto Daniel subia a margem de volta. Um raio de sol passou por entre as árvores e envolveu sua silhueta com um brilho radiante. Como a água cintilava sob a luz do sol, quase parecia que Daniel tinha asas."

Que venha a continuação! TORMENTA, logo logo o terei em minhas mãos.

A Menina Que Conversava com o Verão - Sally Nichols


Após a morte de sua mãe, tudo muda para as irmãs Molly e Hannah. As duas meninas são mandadas pelo pai para morar com as avós numa pequena cidade do interiror. Certa noite, Hannah decide fugir e obriga sua irmã a ir com ela. Em meio a uma forte tempestade, Molly vê um rapaz perseguido por uma matilha de cães e por um caçador com chifres. No dia seguinte, Molly observa um rosto esculpido e percebe, estarrecida, que é o mesmo homem que ela viu sendo caçado no dia anterior.
"Existe algo de mágico nesse Homem Verde. A grama cresce à sua volta e árvores brotam sob o seu toque. Será fruto de imaginação de Molly... ou será um antigo deus esquecido? Se ele tem poder pra devolver vida às plantas, não poderia também fazer a mãe de Molly retornar à vida?"

Eu não achei esse livro umas mil maravilhas, mas ele é bom. Dá pra ler. Mas é muita fantasia, muito fora do real. É como se fosse um conto para crianças. Mas, como eu gosto dessas coisas -q, até que gostei um pouco. Dá pro gasto.

Trilogia Wake - Lisa McMan


"Seus sonhos não lhe pertencem..."
Sabe aquelas frases que você encontra na contra-capa do livro que te informa rapidamente que você TEM que ler ele? Então... Foi por causa dessa frase que comprei o Wake, e não me arrependi. A história conta que para Janie, uma garota de 17 anos, ser sugada para dentro dos sonhos de outras pessoas está se tornando normal. Ela não pode contar a ninguém sobre isso - eles nunca acreditariam, ou, achariam que é uma aberração. Então, ela vive no limite, amaldiçoada com uma habilidade que não quer e não pode controlar.
Um romance cuja as imagens permanecem com você. Uma história com muito mistério e surpresas. Você vai lendo e se surpreendendo cada vez mais. A trilogia de Wake não é para se desperdiçar, acreditem em mim.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Amor não Correspondido

Daqui há um ano, um ano, te perderei de vez. Só de pensar que acabaremos por causa da distância, por causa do nosso futuro... uma dor imensa percorre por todo o meu peito, como se algo ou alguém estivesse o apertando sem dó nem piedade, como se quisesse me ver sofrer, como se estivesse se divertindo com minha dor. Sinto que estamos mais distantes agora, e isso vai me matando aos poucos. E eu sei, tenho certeza que meu amor não é correspondido. Eu sei que você dá encima de outras mulheres quando não estou por perto, mesmo você dizendo "São só amigas, meu amor.". Eu sei que você não me trai, mas eu também sei que, sempre que pode, se joga para cima delas, ou as aproximam de você. "Eu te amo", eu sei que essas palavras não são verdadeiras vindo de você; eu sei que quando você me beija, não é muito diferente quando faz com as outras. Mas, mesmo assim, não consigo abandoná-lo, não consigo esquecê-lo, não consigo terminar com você. Por que eu não tenho forças? Por que eu não consigo dizer para você um simples "está tudo acabado"? Por que eu sempre me apaixono pelas pessoas erradas? Por que eu ainda sinto minha pele esquentar quando você me toca, quando sei que nada do que você faz e diz é verdadeiro? Por que eu ainda te amo? Por que? De alguma forma, me sinto feliz que você vá embora. Mas não quero abandoná-lo. Só de pensar que você pode ficar com outra, um ódio percorre meu corpo. Eu gosto de escutar o seu "eu te amo", mesmo ele não sendo verdadeiro.

My Book. (Sem nome) QQ

Capítulo 1 - Solidão
Estava tudo escuro. Emma sabia que estava com os olhos abertos, mas não conseguia enxergar. Piscou forte, tentando levar uma de suas mãos até seus olhos, mas não conseguia. Estava se sentindo fraca, e respirava com dificuldade, mas não sabia o porquê. Fechou os olhos novamente, esperou alguns minutos, e quando os abriu conseguia enxergar, mas pouco. Via vários borrões espalhados e então esperou mais um pouco, agora piscando sem parar. Sua visão voltava aos poucos, até que percebeu que estava em uma sala extremamente clara. As paredes brancas, os raios solares invadindo o quarto pelas janelas trás dela, com alguns quadros de coisas que ela não conseguia destiguir o que eram e um pequeno armário bege estava ao lado de uma porta - tamém branca. Tentava virar a cabeça para os lados, mas não conseguia. Ainda estava fraca demais para se mover.

Depois de alguns minutos parada com os olhos fechados, Emma sentia sua força voltar. Levantou-se e se assustou ao perceber que estava deitada em uma maca de hospital, com uma daquelas camisolas horríveis cheias de mínimas bolinhas azuis. Estava confusa, não se lembrava em como veio parar em um hospital, na verdade, não lembra de nada. Absolutamente nada.
Andou em direção a porta, abrindo-a rapidamente, querendo sair logo daquele quarto. Agora estava em um corredor, também com todas as paredes brancas. Olhou para um lado e se surpreendeu ao ver que aquele ele era tão grande que nem dava para ver aonde terminava. Olhou para o outro e viu uma sala com algumas cadeiras jogadas no chão. Andou até lá e recuou rapidamente ao ver que a sala estava mais clara do que o quarto de onde estava. Colocou a mão na frente dos olhos e voltou até a sala, percebendo que não era só cadeiras que estavam no chão. Tinham jornais espalhados pelo local, uns quadros idênticos aos que tinham em seu quarto com vidros quebrados, as paredes com alguns buracos enormes e as portas que davam para fora quase despencando. Sentiu um arrepio percorrer por todo seu corpo. Queria sair de lá o mais rápido possível.
Correu para fora, vindo nada de diferente do que estava dentro do hospital. Estava muito pior. Papéis e jornais voavam ao vento, postes estavam caídos nas ruas, carros estavam abandonados e alguns até capotados. Os prédios estavam com suas janelas quebradas, e lá dentro, dava pra perceber que tudo estava escuro como breu.
Lutava para entender o que estava acontecendo, para acreditar até. Parecia que ninguém iria àquele lugar há séculos. Uma onde de pânico percorreu todo seu corpo. E se estivessem mesmo abandonado aquela cidade e estivessem a esquecido lá, sozinha, naquele quarto extremamente iluminado e sombrio?
Olá? - Gritou o mais alto que podia, ouvindo só o eco de sua voz como resposta. Mordeu seus lábios, perguntando-se o que fazer agora, até que sentiu algo movendo-se em seu pé. Olhou para baixo e viu um pedaço de jornal preso, pegou-o e viu a data.
Espantou-se ao ver em que dia estava. Pelo que se lembrava, ela devia estar no ano de 2007, não o de 2010. Ficou ali, parada, fitando a data do jornal sem acreditar. O soltou no ar quando viu outro jornal, o pegou e viu novamente a data. O largou novamente e pegou outro, sem acreditar. Todos diziam a mesma coisa.

O GLOBO

29/08/2010

Leu algumas manchetes do último jornal que tinha pego para ver se tinha alguma explicação para o que estava acontecendo, mas só tinha coisas normais como acidentes de carro, candidatos para as eleições de presidente e etc. Largou-o no chão, frustada por não saber o que estava acontecendo. Queria uma explicação. Por que estava tudo deserto? Por que estava tudo destruído? Por que a deixaram lá naquela porcaria de hospital?
Até que então tudo fica preto. Um zumbido alto, muito alto rola em sua cabeça. Ela aperta os olhos e coloca as mãos na sua cabeça, tampando os ouvidos. Mas não adiantava, era dentro da sua cabeça. Parecia que o barulho aumentava mais e mais. Emma caiu de joelhos no chão, ainda tampando os ouvidos e pressionando, tentando impedir de que sua cabeça exploda. E, de repente, tudo para. Emma não consegue se mecher, estava sendo sugada por um poço sem fim.

"Emma estava no carro com três pessoas desconhecidas. Um homem com olhos azuis e com uma curta barba estava no volante, enquanto no banco ao lado estava uma mulher encantadora de longos cabelos pretos. Os dois pareciam estar discutindo algo, pois estavam super irritados um com o outro. E, ao seu lado, estava uma garota - também bastante encantadora. Parecia chateada. Estava olhando para a janela com sua cabeça apoiada na palma de sua mão. Mordia seus lábios, frustada com algo e deixava uma lágrima escapar por seu rosto. Quando tudo acontece muito rápido. Emma só sente o carro rodopiar, rolando sem parar, até capotar. Estava com dificuldade de se mecher, até que se arrastando conseguiu sair do carro. Logo depois, ele explode. Emma fica apavorada, se perguntando o que tinha contecido com aquelas pessoas, até que viu, desmaiada no chão a garotinha. Correu até ela e tentou segurá-la nos braços, mas não conseguia tocá-la, suas mãos atravessavam o corpo da menina como se ela própria não existisse."

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Paz, serenidade.

Muitas vezes é bom ficar sozinho, escapar de suas obrigações, de todas as pessoas, de todas as discussões, até mesmo de seus amigos para ficar um momento sozinho. Não ouvir nada, além de barulhos naturais como o vento batendo nas folhas, o barulho do mar, os pássaros cantando na árvore ao lado. Esse sempre será um de seus poucos momentos raros de tranquilidade. Um momento que você pode ser você mesmo com todas as suas forças, um momento que você pode admirar, ficar por um bom tempo se pudesse. Ficar longe dos pais, dos amigos, dos seus trabalhos de casa, do seu trabalho, do seu namorado até. Ficar sem ninguém por um mero segundo. Seria maravilhoso. Pode se soltar, pode gritar de raiva, de tristeza, de alegria, pode chorar, pode fazer tudo o que você quiser que ninguém nunca saberia. É bom ter um momento só seu, ainda mais em um lugar onde nunca e ninguém saberá. Um lugar secreto, um lugar só seu, de mais ninguém. Paz, tranquilidade e serenidade. Muitos abririam mão de várias coisas por uma coisa dessas